Armas apreendidas com o bando na grande Fortaleza/CE

Parte de uma quadrilha com atuação no Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Piauí, foi presa depois de uma ação integrada da Coordenadoria de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Ceará, com a Delegacia de Roubos e Furtos de Fortaleza, com apoio da Delegacia de Polícia Civil de Pacajus e do Batalhão de Choque da Polícia Militar.

Foram presos: José Fabiano Nunes de Alencar, de 33 anos, Felipe Chaves de Araújo, de 24 anos, Glauco Silvio Andrade, de 22 anos, Leomel Correia de Melo, de 34 anos, Claudivam Bezerra Alves dos Reis, 31 anos, Francisco José de Oliveira, 30 anos e Denair Alves de Queiroz, 23 anos.

O bando, também era formado pelos potiguares, Lemuel Correira, Claudivan Bezerra e Felipe Chaves. De acordo com a Polícia, Felipe e Claudivan fugiram em 2010 da Penitenciária Estadual de Alcaçuz no Rio Grande do Norte. O bando é apontado como o mesmo que assaltou as agências do Banco do Brasil, das cidades de Palhano e Banabuiú com o uso de explosivos.

De acordo com informações do delegado Romério Almeida, o grupo estava dividido, e os integrantes foram presos em Fortaleza, Pacajus e Maracanaú, Região Metropolitana de Fortaleza. As priões ocorreram na quarta-feira, (27), quando eles preparavam para uma nova ação com o uso de explosivos.

O material apreendido: um fuzil 762 e a munição do armamento, utilizada pelas Forças Armadas, três pistolas Taurus de calibre Ponto 40, três coletes balísticos, fardamento camuflado, duas máscaras e três veículos – uma camionete Hilux, um Corolla roubado e um Fiesta, além de 16 bananas de dinamite, cordel detonante, estopim e espoletas.

Os potiguares

*** Claudivan Bezerra Alves dos Reis, natural de São Miguel/RN, também é conhecido por “Paulista”. Ele é foragido da Penitenciária Estadual do Seridó, aonde cumpria pena no regime semi-aberto, por crimes de homicídio e roubo registrados na região Oeste do Rio Grande do Norte. Sua fuga de Caicó, se deu no dia 14 de setembro de 2011. Contra ele existe um mandado de prisão.

Felipe Chaves

*** Felipe Chaves de Araújo, de 24 anos, é também conhecido como “Cabra Véi, e, é apontado pela Polícia como o responsável pela morte do caicoense, Francisco Minervino, “Chico Olegario”, comerciante assassinado em Assu/RN, no mês de agosto de 2010.

Entre os crimes que lhe são imputadas as autorias ou participação ainda estão, a morte de FRANCISCO DE LIMA, o “Neném de Otacílio”, ocorrida em Caraúbas/RN, no mê de junho de 2010, e o assalto a Agência dos Correios da cidade de São João do Sabugi/RN, ocorrido em outubro de 2010, quando aconteceu inclusive a tomada do Pelotão da PM, com o roubo de armas e coletes.

Ele, é foragido da Penitenciária de Alcaçuz em Nísia Floresta/RN, por duas vezes. Outro crime de morte do qual ele é suspeito de participar foi o de Antônio Veras, em Campo Grande/RN, no mês de maio de 2010. Também teria participado do roubo ao banco Bradesco em Sapé/PB, em setembro de 2010.

Felipe Chaves, pertence à quadrilha também composta por Danilo Brito, Francisco Evanaldo Gomes, o “Niniu”, Damião Marques, Francisco Eniran Lopes, o “Preto de Benedido”, Régis Wagner Alves de Lima, o “Boy Regi”, Antônio Moura, “Nego Véi”, Claudivan Bezerra Alves dos Reis, Sandro de Caraúbas; Jéssica Tapúia; Ivanildo de Zé da Barragem; João da Besta; Mácio de Godô, esse morto recentemente em confronto em Santa Maria/RN, em confronto com a Deicor; Beto Ceará; Emerson Menezes, o “Memé”, Zezim de Zé Pereira, esse preso em Caicó/RN, e muitos outros não identificados.

O bando é responsável por tráfico de drogas, pistolagem, e principalmente roubos a bancos. São suspeitos da explosão do Banco do Brasil de Baraúnas/RN.

*** Lemoel Correia de Melo, responde a processos na Justiça do Rio Grande do Norte, por crimes de roubo, receptação e latrocínio, entre outros. Ele era foragido da Penitenciária Estadual de Alcaçuz em Nísia Floreste/RN, desde o dia 29 de setembro de 2011.

A polícia atribui a ele a morte do policial militar, José Wilton de Almeida, assassinado ao reagir a um assalto. Lemoel Correia passou a ser suspeito de matar o policial militar depois que familiares dele fizeram reconhecimento por foto.